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Terça-feira, Julho 15, 2008
  Mais iutubiú
A história desse leãozinho eu vi lá na Marina W. Não sei se foi o cansaço, o vinho, mas óia, quase chorei.
Ah sim, e ignorem a trilha sonora do vídeo, coisa de lascar.

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Segunda-feira, Julho 14, 2008
  Pra desopilar
Uma beleza a voz dessa moça.

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  O troco
Todos os sábados à tarde, a partir de 2 de agosto até 27 de setembro, poderei ser encontrada no meu local de trabalho usual, repondo os dias parados durante a greve. Das 12:30 às 17:50.
Bem feito, né? Quem mandou não ser pelega? Teria passado 14 dias com a bunda na cadeira na escola vazia e quem sabe não iria pra casa antes de dar meu horário, como fizeram meus coleguinhas não-grevistas. Eu entraria de férias na quinta-feira e só voltaria dia 31. Não teria problemas pra ir pro congresso em Campinas, poderia passar uns dias a mais em Itatiba, podia ficar mais tempo quieta em casa. E ia ganhar as porras dos 5% de qualquer jeito. Mas nããão.
Se ferra, tonta.

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  Perguntinha retórica
O que faz um indivíduo assistir filme-catástrofe?
Eu me lembro claramente de ter visto, pirralha ainda, Inferno na Torre, lá em Ribeirão, na casa da vó. E então achei legal pra caramba, mas era menina, não vale (o filme tem um pusta elenco. Um dia revejo, quem sabe). Depois teve aquele Desastre no rio Potomac, que devia ser um horror de ruim. Mas eu vi. E outros vieram, dos bons e dos ruins.
E então eu passava roupa e a única coisa que passava de supostamente decente era Poseidon. O navio é virado de cabeça pra baixo, o povo fica lá se lascando, meia-dúzia de gatos pingados sai pra procurar uma saída, entre eles estão a mãe e o filho, o pai com a filha que não se entendem, o aventureiro, o empregadinho-do-navio-que-embarca-na-aventura-por-dinheiro (e é claro que morre, porque os que se corrompem precisam ser punidos, especialmente se forem empregadinhos). Lá pelos quinze minutos da minha sessão de passação de roupa eu olho pra tela e o Mr. Holland tá lá. Ai meu deus, até tu, Mr. Holland.
Deu preguiça daquilo, a pilha de roupa era pequena e acabou, achei mais valioso pegar uma tacinha de vinho e vir pra cá fazer listão de exercício pra minha sala de primeiro ano composta por hunos.


Taí a música-tema do Poseidon original.

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Terça-feira, Julho 08, 2008
  Amor nos Tempos do Cólera
Eu tava super ansiosa, já tinha visto o trailer e tinha até postado aqui. Tudo bem, posto de novo.


A trilha sonora é do Antonio Pinto (ele é brasileiro, filho do Ziraldo, por sinal) e as músicas são interpretadas pela Shakira. Muito bonito, pra falar a verdade.

Então, aquela expectativa, né. E ontem fomos devolver uns filmes e tinha chegado á locadora, corri pra pegar. Ca-la-ro que deixei de fazer meu sacrossanto trabalho-trazido-para-casa e tive que me virar nos trinta de manhã com Pano-no-More pra passar na casa, com criança engatinhante pra olhar, almoço pra fazer, roupa pra pendurar, mala de escola com roupa e lanche pra aprontar, pia lotada pra lavar. Tudo bem, fosse eu mulher desprendida de ambição e dignidade já tinha pedido exoneração e não ia ter que correr pra nada mais na vida, ia viver só de estudar e cuidar de casa e criança.

Mas voltando ao filme. Ó, só digo uma coisa, gente: se você leu o livro trate de ler de novo e só, tá? Verdade, porque você vai assistindo e nem de longe o negócio tem a cor e o ritmo e o gosto do livro. Não que tenha sido malfeito ou mal adaptado, mas não dá pra transpor pra tela um universo daquele, uma linguagem daquela. Não dá pra filmar García Márquez e estamos entendidos. Mas se você não leu então assista, mas depois leia o livro, porque pode ser que na tela o negócio não tenha, mesmo pra quem não leu, cor e substância. E isso não falta às páginas escritas, amém.
E lá pelas tantas eu olho pro Javier Bardem e ele tá fazendo o Florentino Ariza (o protagonista) e o sujeito tá com uns 40 ou 50 anos. Fiquei olhando, pensando "eu já vi essa cara em algum lugar" e quase caio do sofá quando dá o clic: era o GROUCHO MARX!!



Putaqueospariu, como é que não teve um cristão nessa produção que teve as manhas de olhar a caracterização do homem e se ligar que ele era o Groucho Marx, aqueles bigodes, óculos, sobrancelhas?
Ai, assim não pode, assim não dá. Nem vou reler agora que eu ando ocupada com o Sr. Said. Mas, justiça seja feita, a parte final ficou bonita, tocante.

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Sábado, Julho 05, 2008
  Novidades alexandrinas em drops rápidos
* Ele dormia a noite toda, mas agora quase todo dia acorda lá pelas 3 da madruga e leva uma hora, pelo menos, pra dormir. Tá fácil não. E então de manhã dorme um tostãozinho a mais - o que foi bem-vindo nos meus dias de greve. Pra semana que vem a costura aperta, quero ver só.

* Ele só se arrastava e rolava. E nesta semana, de repente, do nada, puft! Ele engatinhou! Botou os joelhos e as mãozinhas no chão e foi em frente. Lindo demais da conta!!

* Quando ele dá um daqueles sorrisos divinos a gente já consegue ver metade de um dentinho de pontinha serrilhada pra fora. E o vizinho do lado está quase saindo também.

* Ele conhece algumas partes do corpo: pé (ele dá o pé pra gente colocar sapato, inclusive, ou então tenta se calçar sozinho), barrigão (ele passa as mãozinhas), pipi.

* Falando em Alexandrês: gato, gata, au-au, pé, qué, dá, mãmã, papá (vale pro pai e vale pra comida), tetê. Outro dia juro que ouvi algo parecido com "úishi" quando ele olhava e apontava pra cima.

* Ele toma sozinho o leite à noite e de manhã cedo: no sofá ou na nossa cama, pega o copo sozinho e manda brasa. Um fofo.

É basicamente isso. Basicamente nada, muita coisa diferente, muita novidade e tudo junto, né? Coisa boa. Se eu for listar cada gracinha nova vou ficar bastante tempo escrevendo. Só ao vivo mesmo pra saber. :)



*** Isso mesmo, estou com preguiça de postar.

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Segunda-feira, Junho 30, 2008
  Querido Diário,
Neste final de semana andei a cavalo lá na casa da vovó Zeza. Achei meio esquisito, diferente, mas foi legal. Na verdade minha mãe, minha bisa e minha tia acharam muuuito mais legal que eu. E o meu "cavalo"? Bom, meu "cavalo" achou esquisito também mas não se incomodou demais da conta. Deve ter gostado até, viu...



Assinado: Alexandre

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Sexta-feira, Junho 27, 2008
  Para a avó materna do Alexandre


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Quarta-feira, Junho 25, 2008
  Das posses de uma criancinha de um ano

E não estão na foto o balanço, nem as duas piscinas, nem os brinquedos do berço, nem o andador e nem o presente-misterioso-que-vai-vir-pelo-correio que minha mãe mandou e que provoca risadas generalizadas e piadinhas a respeito de falta de espaço.
Eu nem vou comentar mais nada.

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  Dica valiosa às irmãs de luta
Amiga-cálega-dona-de-casa, você tem nojo de usar e lavar pano de chão, mesmo com luvas? Fica puta da vida porque gruda cabelo no tecido e é um saco pra lavar? Acha um saco torcer o raio do pano no final de tudo?

Seus problemas acabaram!!

Com o incrível Pano No More você não precisa colocar a mão no objeto que vai para o chão e volta lotado de tranqueira grudada!
Só o prático Pano No More possui uma exclusiva esponja de borracha que agarra a sujeira e só a solta debaixo d'água! E veja como é prático para lavar: é só jogar água e puxar a alavanca que o genial sistema de roletes prensa a borracha e tira toda a água da esponja!!!



Uia gente, é sério, viu. O treco é do car*lho mesmo. Quem achar que compre um porque vale a pena.
Brigada, mãe! :)

* * *
Ah sim, e a partir de amanhã a Putzfrau vem pra passar roupa durante a manhã e faz a faxina à tarde. Se o sinhô governadô der mesmo algum aumento pra nós vai ser em muitíssimo boa hora.

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A volta dos que não foram.



Tapas e beijos aqui, por favor. About Face

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